terça-feira, junho 19, 2007

fantasia delirante

então é assim: tudo começa com uma conversa banal, mas depois vem a necessidade [tipo, the urge] de compreender tudo, entender tudo, analisar tudo. tud'e tud'e tud'e. (ou então também pode ser só em pensamentos. pensar também acaba por ser uma conversa comigo própria. humpf. adiante.)

começa como um pequeno fio da roupa que puxo com os dentes e enrolo entre os dedos, cresce para novelo e a dada altura é uma bola de neve (tipo neve mas de pêlo, ou seja, grande mas de tecido ou afins para a sequência ter nexo. humpf. adiante)

a dada altura já me dói a'(i)alma de tanto pensar, de tanto interpretar, de tanta leitura fazer, de tanto analisar. como se tivesse um botão que não conseguisse desligar. (ou melhor, quisesse ter um botão mas ele não existir, qu'isto das metáforas é muito bonito quando se é de carne e osso. menos osso e mais carne. humpf. adiante)

a fantasia delirante consiste nisto: aparece uma clone minha que me dá um grand'(a)staladão e diz em estrangeiro: "analise that!!!"

encontro esta fantasia estupidamente libertadora. [tipo, i find]